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COMO CULTIVAR: Ismene

Também conhecida como Narciso Peruano e Lírio-aranha, a Ismene é uma flor originária das regiões montanhosas do Peru e Equador. É uma belíssima planta com flores que parecem uma mistura de narcisos e lírios. São perenes e decíduas, o que significa que perdem as folhas por alguns meses do ano, mas renascem em seguida.


Descrição

As flores brancas aparecem no fim da primavera ou começo do verão (pode variar com o clima do local) e possuem pétalas curvadas muito delicadas. Cada talo pode atingir um metro de altura e produz 2 a 5 flores que chegam a ter 15cm de diâmetro.

Possuem uma leve fragrância muito agradável. Quanto estão sem flores a folhagem verde é muito bonita e chamativa, com largas folhas brilhantes. Apesar de preferir clima mais fresco, a Ismene pode ser plantadas praticamente em qualquer região do Brasil. Em locais muito quentes é recomendado o plantio à meia sombra.

Excelentes para jardins espaçosos onde podem ser multiplicar livremente. Também podem ser cultivadas em vasos fundos.


Época de Floração da Ismene

Verão, Primavera. Tem um ciclo de vida de 6 meses. Depois entra em dormência e volta a rebrotar após 6 meses, iniciando um novo ciclo de crescimento.

Época de Plantio da Ismene

Inverno, Primavera, Verão


Requerimento de Luz da Ismene

Sol pleno ou meia sombra.

Dimensões da Ismene

Com a flor, chega atingir de 40 a 50 cm de altura.


Como plantar os bulbos de Ismene

Aprecia solo rico em matéria orgânica, capaz de reter umidade, o bulbo deve ser plantado de 5 a 7cm de profundidade e o espaçamento entre planta é de 20x20 cm. Sugestão de mistura de substrato: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de composto orgânico, 1 parte de terra vegetal e 1 parte de areia grossa de construção.
Após o final da floração os bulbos devem ser mantidos na terra.
Adubação da Ismene

Se for plantada em canteiro, use cerca de 5 colheres de sopa por metro quadrado de NPK, fórmula 10-10-10.



Irrigação da Ismene

Mantenha o solo levemente úmido, não encharcado. Regar 1 a 2 vezes por semana.

Nota: Para voltar a florescer e iniciar um novo ciclo, o bulbo deve entrar em dormência e as regas deverão ser suspensas.


fonte: http://www.emporiodassementes.com.br/ - http://plantas-ornamentais.blogspot.com.br/ - www.shamballasgarden.com.br - http://www.bulbos-semillas.com.ar/ - http://plantascultivoecuidadosdomundotodo.blogspot.com.br/ - http://flores.culturamix.com/

COMO CULTIVAR: Helicônia

A Helicônia, também conhecida como Bananeira ornamental, caeté, bananeira-do-brejo, são protegidas por inflorescências de tons fortes como o vermelho, amarelo e verde (cores que lhe dão o nome de planta-papagaio em algumas regiões) e protegem flores muito bonitas e exuberantemente coloridas.

Essas flores pendem da planta e proporcionam um belo espetáculo de cor contrastante com o verde forte desta planta. Geralmente a flor possui uma cor vermelha intensa no centro, adquirindo uma tonalidade amarelada e esverdeada conforme vai se aproximando das bordas.


O néctar dessas flores é usado como alimento por diversos animais, em especial beija-flores. A Helicônia Rostrata atrai também diversas outras variedades de pássaros, por isso é muito plantada em jardins e outros locais com o objetivo de atrair esses animais.

Esta planta é cultivada em ambientes domésticos para fins estéticos (como ornamentar jardins) ou como decoração de muros, ou como flores de corte. Quando adulta forma touceiras muito belas que lembram pequenas bananeiras.


Descrição

Planta herbácea rizomatosa de porte alto pode crescer até 3,0 metros de altura, folhas grandes coriáceas, ovais, que se apresentam quase sempre rasgadas até o pecíolo longo.

As flores são pequenas dentro de brácteas coloridas e imbricadas, formando grande inflorescência pêndula. Pode ser cultivado no Brasil todo em regiões de clima ameno a quente.Não tolera bem geada nem ventos frios,

A helicônia, assim como outras da mesma família são excelentes para paisagismo de grandes espaços, junto a muros.

Tem a tendência invasiva, mas podemos controlar seu crescimento retirando as plantas que já floresceram.

Para áreas litorâneas que não tenham vento forte ou então com proteção de quebra-ventos de bambu ou plantas mais densas.
Faz belo efeito tropical.

Também pode ser plantada também em vasos, desde que de boca larga.


Época de floração da Helicônia

Quando bem cuidada e irrigada, essa planta floresce o ano inteiro, preferindo períodos mais quentes como primavera e verão. É uma planta que não se adapta bem a extremos de temperatura.

Época de Plantio da Helicônia

Inverno com temperaturas de 21°C noturna e 26°C diurna aproximadamente ou em período chuvosos para facilitar o pegamento.


Requerimento de Luz da Helicônia
Sombra. Meia Sombra.

As helicônias, dependendo da espécie, podem ser cultivadas desde a pleno sol até em locais sombreados. Deve-se das preferência por espécies de cultivo a pleno sol, por exigirem um menor investimento.

Em condições de campo, em cultivos muito adensados, pode ocorrer o estiolamento das plantas, pois há dificuldade de penetração da luz no centro dos canteiros. 

A faixa de temperatura ideal para a produção de helicônias situa-se entre 21 e 35 graus C, sendo que quanto mais alta a temperatura, maior é a produção e mais rápido é o desenvolvimento.

Temperaturas inferiores a 15oC são prejudiciais ao desenvolvimento normal das plantas. Abaixo de 10 graus C, o crescimento cessa. Recomenda-se evitar locais onde existam variações superiores a 10 graus C entre as temperaturas diurnas e noturnas. Além disso, as helicônias exigem alta umidade relativa.


Dimensões da Helicônia

Chegam até 3 metros de altura.


Adubação da Helicônia

A adubação influencia bastante o crescimento e a produção de flores, principalmente sob alta luminosidade. Além disso, as helicônias são plantas que preferem solo levemente ácido. 

Se for necessário corrigir o solo para obter o grau de acidez adequado ao cultivo (pH entre 4,5 e 6,5), recomenda-se a adição de calcário dolomítico em adição aos macro e micronutrientes, cerca de 30 dias antes do plantio.

Já por ocasião do plantio, o ideal é fazer uma adubação orgânica, incorporando-se ao solo folhas decompostas e esterco de curral curtido (40 l/metro de canteiro). Adubações parceladas em duas a três vezes ao ano com 3 kg/m2 da fórmula NPK 18-6-12 resultam num rápido desenvolvimento e florescimento.


Como plantar Helicônias

As helicônias podem ser multiplicadas tanto por meio de sementes como por divisão de rizomas. As espécies de helicônias têm sobrevivido por centenas de anos graças à bem-sucedida relação de troca com seus agentes polinizadores (beija-flores e morcegos) e dispersores de sementes (roedores, pássaros e esquilos).

Para a maioria das espécies, a germinação das sementes de helicônias ocorre no prazo de 120 dias, mas algumas chegam a levar três anos. Um método prático para favorecer a germinação de sementes é colocá-las em sacos plásticos com vermiculita ou esfagno umedecidos, em ambiente quente e sombreado até que germinem, quando, então, devem ser plantadas.

O método de propagação por divisão de rizomas é mais utilizado. Os rizomas são caules especializados que crescem horizontalmente, tanto acima como abaixo da superfície do solo.

O solo deve ser rico em matéria orgânica e fértil, e a planta também precisa de irrigação frequente. A plantação é feita a espaçamentos de no mínimo 80 centímetros, sendo que os rizomas são depositados a 10 centímetros de profundidade.

Se o solo for rico em matéria orgânica e fértil a Helicônia Rostrata não precisa de adubação constante. Caso contrário, o solo deve ser adubado com certa frequência para manter no solo os nutrientes necessários para a planta. O adubo pode ser feito com material orgânico como cascas de frutas ou esterco, ou comprado em lojas especializadas em jardinagem.

A Helicônia Rostrata não tolera estiagem, gostando de unidade moderada. Por isso em períodos de seca aumentar a quantidade de irrigações. Como também não suporta o frio intenso ou geadas, a planta deve ser protegida com lonas na ocorrência desses fenômenos.

A ocorrência de ventos fortes também prejudica a planta, principalmente se for cultivada com intenções ornamentais, pois o vento rasga suas flores e folhas.


Irrigação da Helicônia

A irrigação deve ser abundante, principalmente após a emissão das folhas, mantendo a umidade do solo. Em locais secos, é recomendável realizar irrigações duas a três vezes por semana, evitando-se encharcar o solo. Os métodos mais indicados são o gotejamento e a aspersão baixa. 

Por outro lado, a aspersão alta não deve ser empregada, pois as gotas de água podem atingir as inflorescências ou mesmo se depositar no interior da brácteas das inflorescências eretas, causando o apodrecimento das flores e favorecendo a proliferação de insetos.

Doenças e Pragas comuns a Helicônia

As touceiras devem ser divididas e replantadas após dois anos de cultivo. Para evitar o adensamento das touceiras, o ideal é cortar ao nível do solo as hastes que já tenham florescido. Algumas vezes é necessário o tutoramento das plantas, usando-se suportes de fio de arame esticados ao longo dos canteiros, para evitar o tombamento pela ação do vento ou do próprio peso.

Anualmente, deve-se fazer a cobertura dos canteiros com matéria orgânica, usando-se restos de folhas, bagaço ou outros compostos disponíveis.
Quanto às pragas e doenças, o principal problema da cultura é a ocorrência de nematóides, que exigem para seu controle o tratamento do solo antes do plantio. É rara a ocorrência de ácaros, cochonilhas e pulgões. Entre as doenças, destacam-se as fúngicas, causadas principalmente por Phytophtora e Pythium.

fontes: http://www.fazfacil.com.br/ - http://www.cuidar.com.br/ - http://www.jardimdeflores.com.br/ - http://revistagloborural.globo.com/ - http://flordojardins.topartigos.com/ - http://www.minhasplantas.com.br/

COMO CULTIVAR: Strelitzia ou Ave do Paraíso

Ela é considerada a flor-símbolo de Los Angeles e o belo e inusitado formato das flores da Strelítzia renderam à espécie o nome de Ave-do-paraíso. 

Suas pequenas flores alaranjadas são ricas em néctar e despontam quase o ano todo. Além disso apresentam longa duração atraindo muitos beija-flores para o jardim.

Popularmente, ela é mais conhecida como "ave-do-paraíso", apesar de receber também outros nomes, dependendo da região, mas seu nome botânico é Strelítzia reginae. 


Segundo se sabe, o nome 'strelítzia' foi escolhido em homenagem à rainha Charlotte Sophia, duquesa de Mecklenburg Strelitz e esposa do rei George III, da Inglaterra.

Nos jardins, a strelítzia faz muito sucesso, formando vistosos maciços sobre os gramados, mas é na composição de arranjos e decorações florais que ela mostra a sua maior glória: suas flores, belas e exóticas, dão um show de durabilidade, colorido e versatilidade.

De um modo geral, as estrelítzias são de fácil cultivo e requerem poucos cuidados, sendo de grande utilidade para a composição de arranjos florais e decoração de ambientes, pois dificilmente são atacadas por problemas que possam danificar suas pétalas e folhas.


Descrição

Planta herbácea perene de grandes folhas verde-acinzentadas e nervura avermelhada, inseridas em rizoma em formato de roseta basal.

Flores vistosas em longo pecíolo com bráctea de cores variegadas protegendo a inflorescência em cor amarelo-ouro.


Época de floração da Strelítzia

Ano todo em clima quente, Verão, Primavera. A floração da Strelítzia não depende de fotoperíodo ou de mudanças na temperatura do meio ambiente onde ela é cultivada. Ela acontece quando a planta atinge um porte adequado à floração, ou seja, quando a planta é adulta.

Época de plantio da Strelítzia

Primavera, Verão, Ano todo em clima quente.


Requerimento de Luz da Strelítzia

Sol Pleno, Meia Sombra, Luz Filtrada. A Strelítzia pode ser cultivada em praticamente qualquer lugar que receba sol, tanto direto quanto indireto. Devido a sua grande resistência, não há problema em cultivá-la a pleno sol se necessário; já, em interiores, deve-se observar que mesmo que a planta viva bem com pouca luz, é importante que exista no mínimo alguma luz.

Como plantar Strelítzia

A Strelítzia apresenta um maior desenvolvimento nas condições de climas tropical e subtropical, de preferência em regiões onde a temperatura durante o período da noite não seja inferior a 12°C. O solo deve ser fértil e de boa profundidade, não sujeito a encharcamentos.

- Espaçamento: o plantio é feito preparando-se o solo com aração com profundidade de 20 a 25 centímetros e gradagem para quebra de torrões. O espaçamento utilizado é de 50 cm x 1,20 m. As covas devem ter 20 a 25 cm de largura por 20 a 25 cm de profundidade.

Preparando o solo para receber a Strelítzia

Misture cinco litros de esterco bem curtido em cada cova, e se o solo for muito argiloso podem ser acrescentados outros cinco litros de areia. Tanto o esterco como a areia devem ser muito bem misturados ao solo que retornará à cova. A adubação é feita segundo a análise do solo. A adubação de manutenção é feita em pelo menos duas aplicações anuais.

Produção de mudas de Strelítzia

A Strelítzia pode ser propagada tanto por sementes como por divisão de rizomas, a partir de touceiras. A divisão de rizomas oferece como vantagem uma produção mais precoce, enquanto, a multiplicação por sementes exige mais tempo de cultivo no viveiro, até a fase de comercialização.


Plantio de sementes de Strelítzia

A semente de Strelítzia apresenta um tegumento impermeável muito duro, que dificulta a sua germinação, sem que seja feito nenhum tratamento. Essa dureza do tegumento vai aumentando à medida que as sementes ficam armazenadas, dificultando cada vez mais a germinação. Para permitir a germinação, amolecendo o tegumento, é feito um tratamento dividido em duas partes:

1- banho em ácido sulfúrico por 5 a 10 min;
2- lavagem cuidadosa em água corrente.

As sementes, então, são colocadas para germinar em leito de sementeira, com substrato de areia. A germinação acontece em um prazo que varia de 10 a 20 dias depois da semeadura, com bons resultados.

Plantio do rizoma de Strelítzia

O processo de produção de mudas de estrelícia é cíclico: primeiro, cultiva-se a planta-mãe, para, depois, dividi-la, formando as plantas filhas. Daí em diante, esse processo se repete sucessivamente. 

O primeiro passo do processo de divisão do rizoma é a seleção da planta-mãe. Deve-se procurar as plantas mais vigorosas, com touceiras bem perfilhadas, onde possamos identificar perfilhos bem definidos e saudáveis, para se ter maior rendimento em termos de número de mudas.

Irrigação

É fundamental e deve ser feita com frequência suficiente para manter-se o solo sempre umedecido, devendo-se evitar o encharcamento.



fonte: http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/ - http://www.tocadoverde.com.br/ - http://www.fazfacil.com.br/ - http://jardinet.blogspot.com.br/ - http://www.jardimdeflores.com.br/ - http://www.cpt.com.br/

COMO CULTIVAR: Gladíolos

O gladíolo, comumente conhecido como palma-de-santa rita e palma-holandesa, é uma planta originária de clima tropical, sendo que, das 150 espécies existentes, 100 são nativas da África do Sul e Equatorial. 

As variedades atuais diferem muito das espécies nativas devido aos trabalhos de melhoramento realizados, por longo tempo, principalmente na Europa.



Descrição

É uma planta da família Iridaceae gênero Gladiolus. As primeiras referências sobre a espécie datam dos anos 50 A.C.

Com a expansão do comércio de flores no Brasil, o gladíolo tornou-se uma cultura de grande importância, levando vantagem sobre as outras (rosas e crisântemos, principalmente) devido a seu ciclo cur­to, fácil cultivo, baixo custo de implantação e rápido retorno, além da produção comercial de bulbos e flores para consumo interno e exportação.


As variedades cultivadas não apresentam muita diferença com relação ao porte das plantas, número de flores e tamanho da espiga e se distribuem, de acordo com o ciclo de floração, em:

a) Variedades precoces - Florescem em 60 dias, aproximadamente, após o plantio.

b) Variedades de ciclo médio - Florescem, em 80 dias, após o plantio.

c) Variedades tardias - Florescem em 120 dias, após o plantio.


O ciclo vegetativo (amadurecimento completo do bulbo) é 150 a 210 dias do plantio à colheita.

Variedades mais cultivadas de Gladíolo


"Peter Pears" (ciclo curto) - Flores dobradas, comumente chamadas de coral, devido à cor alaranjada das pétalas.

"Nova Lux" (ciclo médio) - Flores dobradas; pétalas de cor amarela.

"Gold Field" (ciclo médio) - Flores dobradas, pétalas de cor amarela.

"White Friendship" (ciclo curto) - Flores dobradas, de cor branca.

"Traderhorn" (ciclo curto) - Flores dobradas, de cor vermelha


Época de Floração do Gladíolo

Os gladíolos aparecem todos os anos na primavera e enchem seu jardim de cores!

Época de Plantio do Gladíolo

Em locais onde a temperatura média não fica muito abaixo da exigida pela cultura e não haja geadas, o gladíolo pode ser cultivado o ano inteiro. 

Entretanto, o plantio vai depender diretamente da épo­ca de comercialização das flores.


Requerimento de Luz do Gladíolo

Sol, Sol Pleno.

Dimensões do Gladíolo

80 cm a 120 cm de altura

Desenvolvimento do Gladíolo

As variedades de gladíolo podem ser de ciclo curto, médio e longo, com a floração ocorrendo entre 65 até 120 dias após o plantio.

De modo geral, o desenvolvimento do gladíolo ocorre da seguinte forma:

a) 3-5 semanas após o plantio: surgimento de raízes e início de emissão das folhas;

b) 7-9 semanas após o plantio: desenvolvimento vegetativo;

c) 12-14 semanas após o plantio: lançamento de espiga floral e abertura das flores;

d) 16-18 semanas após o plantio: senescência das folhas, formação de novo bulbo e bulbilhos.

Como escolher os bulbos de Gladíolo

Os bulbos devem ser uniformes em tamanho e em quebra de dormência, para permitir também uma colheita uniforme de flores. As firmas produtoras vendem os bulbos classificados e com dormência quebrada. 

O primeiro lote de bulbos a ser adquirido deve ser, preferivelmente, de bulbos de segunda geração (peso, altura e diâmetro em torno de 33 g, 2,4 cm e 3,2-3,8 cm de diâmetro, respectivamente), o que permite maior número de ciclos antes do descarte do lote. 

Este descarte ocorre porque gerações sucessivas tender a achatar o bulbo, aumentando-lhe o diâmetro e o ciclo vegetativo e onerando a produção. Existe uma relação direta entre tamanho de bulbo e qualidade da espiga floral e produção e qualidade de bulbos-filhos.

O controle da brotação dos bulbos para a programação da florada pode ser feito, armazenando os bulbos em câmaras frias, à temperatura de 5° C, e com baixa umidade (70-80% u.r.), isto quando se quer atrasar o plantio, ou colocando-os em condições de temperatura e intensidade favoráveis (25°C - 90% u.r.) quando se quer apressar o mesmo.



Preparo do Solo e Adubação para receber o Gladíolo


Deve ser feito preparo em nível, se a topografia do terreno assim o exigir. Arar o terreno a uma profundidade de 25-30 cm.

Deve aplicar-se 20 litros/m2 de esterco bem curtido e 50-100 g da fórmula 4-14-8/m2, bem incorporados ao solo. 

São necessárias três adubações em cobertura com 10-30 g de sulfato de amônia/m2: a primeira aos 30 dias após o plantio, a segunda aos 60 dias e a terceira aos 90 dias, para uma boa produção de flores e bulbos. 

Em solos com comprovada deficiência de micronutrientes (B, Mo e outros), fazer aplicações de adubos foliares que tenham micronutrientes na sua formulação, na concentração recomendada pelo fabricante.



Instruções para o plantio dos Bulbos de Gladíolo

Os gladíolos devem ser plantados a 8 cm de profundidade e deixando pelo menos 15 cm entre os bulbos, para evitar falta de espaço no futuro. 

Não são recomendados para vasos, pois não há profundidade suficiente para que se desenvolvam bem. Molhe bem logo após o plantio e de novo só quando o solo secar ou as folhas começarem a aparecer. 

Podem ser plantados em qualquer época do ano, porém só irão florescer na primavera seguinte.

Com a chegada do verão os bulbos entram em dormência e a folhagem morre naturalmente. 

Deixe as folhas secar e não tente removê-las manualmente ou podá-las. 

A folhagem é responsável pela geração de novos cormos e qualquer dano pode fazer com que a planta volte mais fraca no ano seguinte.



Irrigação do Gladíolo

Manter uma freqüência de irrigação que evite o ressecamento do solo, até o inicio do amarelecimento das folhas. Condições desfavoráveis de umidade podem causar queima na ponta das espigas e apressar o ciclo, enquanto o excesso de água pode causar retardamento no ciclo até o apodrecimento dos bulbos caso esse excesso perdure por períodos longos.

Cuidados com o Gladíolo

Como as flores são muito pesadas, é uma boa ideia dar alguma forma de suporte para que não acabem quebrando com o próprio peso.


Doenças e Pragas do Gladíolo

Até bem pouco tempo (1980), as doenças de maior importância no Brasil, para a cultura, restringiam-se ao bulbo. Porém, com o surgimento da ferrugem (Uromyces transversalis), que ataca toda a parte aérea da planta, passou-se a exigir um controle sistemático dessa doença sob pena de perder a produção de flores e bulbos. 

Deve-se também dedicar especial atenção à podridão-de-fusario (Fusariumoxisporum), que ataca o bulbo no solo e durante o armazenamento, acarretando enormes prejuízos.

a) Podridão-dura (Septoria gladioli) - Mancha irregular no bulbo, de cor marrom-escura, sob as folhas envolventes. O tecido doente torna-se duro, até a mumificação completa do bulbo. Durante o crescimento, as plantas crescem pouco, não florescem e podem morrer prematuramente. Pode atacar folhas próximas da base, formando manchas de cor marrom-acinzentada, com margens claras. A infecção se dá no campo e dificilmente no armazenamento. No solo, o fungo permanece pelo me­nos por quatro anos.

b) Podridão-seca (Septoria gladioli) - O bulbo fica com man­chas vermelho-marrom escuras, de forma circular, ligeiramente deprimida, atingindo também as folhas protetoras. Vegetando, as folhas começam a amarelar, secam e podem apresentar na sua parte basal e naque­las de revestimento, vários escleródios.

c) Podridãode-penicilium (Penicillium gladioli)- Doença muito comum no armazenamento. Bulbos com manchas deprimidas, cor verme­lho-marrom, firmes, porém não como na podridão-dura, com dobras con­cêntricas, algumas vezes com uma cor amarelo-enxofre. Sob alta umida­de, desenvolve-se um mofo cinza-esverdeado. A infestação ocorre pelas lesões causadas durante o arranquio e o manuseio posterior. Manchas pequenas não impedem que se plante o bulbo, uma vez que não passa pa­ra os bulbos-filhos.

d) Podridão-de-fusario (Fusarium oxysporum pv. gladioli) - A infecção ocorre no solo e prolifera durante o armazenamento. Quando da colheita, as lesões aparecem como pequenas manchas d'água, mar­rom-escuras. As folhas protetoras se descolorem e se tornam quebradi­ças. No armazenamento, as manchas crescem. São irregulares, tendendo a circulares, deprimidas pela rápida secagem e pelo enrugamento do tecido; bordos definidos, comum pequeno halo aquoso. Ocorrem manchas com anéis ligeiramente concêntricos. O fungo permanece no solo por, pelo menos, cinco anos. Controle: imersão, durante 30 minutos, em solução de Manzate ou Benlate, ou Tecto 60 na concentração de 3 g do produto comercial por litro d'água.

e) Amarelecimento (Fusarium sp.) - Descoloração e amareleci­mento da folhagem, devido á infecção dos feixes vasculares pelofusa­rium. Podridão-marrom, começando pela cicatriz da base do bulbo, que penetra no seu interior e cresce também na superfície. Muitos bulbos morrem no campo e outros secam no armazenamento.

f) Podridão-de-botritis (Botrytis gladiolorum) - Pode atacar a folhagem, causando-lhe manchas claras e foscas, às vezes com cor marrom-avermelhada. Ocorre também no bulbo, durante o armazenamento de bulbos malcurados. Alta umidade relativa e temperatura entre 28 e 36o C constituem condição ideal para a infecção das folhas. Controle: pulverizações semanais com Benlate, Maneb ou similar eZineb, na con­centração de 2 g/l do produto comercial.

g) Ferrugem (Uromyces transversalis) - Caracteriza-se pelas pústulas transversais que ocorrem nas folhas e hastes florais. Os sintomas iniciam-se por manchas descoloridas, pequenas, que se tornam salientes, em forma de pústulas de cor amarelo-alaranjada, formando posteriormente pústulas maiores, que tomam toda a área da folha. O pedúnculo floral e as sépalas também são afetados. Com o desenvolvimen­to, as pústulas tomam coloração pardo-ferruginosa. As flores produzi­das por plantas doentes são de qualidade e sanidade inferiores, e os bulbos-filhos não chegam à maturação. Se não for feito um controle intensivo, a produção de flores e bulbos fica totalmente comprometi­da. Controle: pulverizações semanais com Bayleton, Saprol ou Plantvax, na concentração de 2 g/l do produto comercial. O uso de fungicidas cúpricos é eficiente no controle da ferrugem e não causa danos às has­tes florais e aos bulbos, embora haja referência ao efeito tóxico do cobre sobre a planta.

h) Queima-de-curvulária (Curvularia trifolii) - Ataca qual­quer parte da planta, com mais intensidade as folhagens e inflorescências.

No bulbo causa lesões deprimidas, enegrecidas, que não proliferam no armazenamento.

i) Podridão-de-estromatinia (Stromatinia gladioli) - Ataca os bulbos, raízes e região do coleto. A região atacada apresenta grande abundancia de escleródios negros. Em geral, o fungo não apresenta crescimento durante o armazenamento. O fungo permanece no solo por três anos ou mais.

j) Queima-das-folhas ou Podridão-do-pescoço (Bacterium mar­ingatum) - Doença das mais comuns no gladíolo.

k) Mosaico (Doença virosa) - Causa manchas com coloração mais clara nas pétalas e também nas folhas. A transmissão dá-se por inse­tos sugadores.

Algumas medidas para evitar o aparecimento e disseminação de doenças podem ser tomadas, como segue:

- Durante o cultivo, as plantas doentes devem ser arrancadas e destruídas (bulbilhos também) e o solo, removido ou desinfetado.

- Rotação de culturas. Não repetir o plantio, no mesmo solo, pelo me­nos por quatro ou cinco anos.

- Manuseio apropriado e cuidadoso dos bulbos desde a colheita, limpeza e armazenamento. Evitar injúrias.

- Bulbos contaminados devem ser separados e destruídos, bem como os bulbilhos e os restos culturais.

- A boa cura é imprescindível à sanidade. Armazenar em galpão, 30° C, por 2-4 semanas.

-Termoterapia – Imersão em água, a 40°C, por 30 minutos ou, a 53°C, por 15 minutos.

-Armazenamento, em camadas pouco espessas, em bandeja com fundo telado, prateleiras etc., permitindo não só a temperatura adequada, co­mo também bom arejamento.



fontes: http://www.emporiodassementes.com.br/ - http://www.fazfacil.com.br/ - http://plantandooverdeeoverbo.blogspot.com.br/ - http://www.jardimdeflores.com.br/ - http://pt.wikihow.com/ - http://www.uesb.br/ - http://jardinagemepaisagismo.com/

COMO CULTIVAR: Girassol

A nobreza do girassol está presente até em seu nome científico Helianthus annus, em que Helianthussignifica “flor do sol”. Além de bela e chamativa, qualidades que a tornam uma excelente planta ornamental, essa flor é muito útil e é possível aproveitar todas as suas partes.

Descrição

Girassóis têm muitos usos, como para a produção de bio-diesel e óleo de cozinha. Mas o melhor uso de um girassol é colocá-lo para alegrar o seu jardim durante os meses mais ensolarados do ano, ou mesmo para alegrar a estufa ou uma marquise em qualquer época do ano.

São plantas anuais que produzem flores amarelas grandes ou pequenas no verão. Eles são muito populares por causa da beleza e porque são fáceis de cultivar. 

Apesar de seu principal cultivo ser comercial, podem ser usadas muito bem como planta ornamental graças às suas flores grandes e chamativas, que atraem diversos tipos de insetos benéficos para o jardim.


Época de floração do Girassol

Originário da América do Norte, o girassol se reproduz por meio de sementes e é uma planta resistente e robusta, cujas flores surgem na primavera e no verão, porém podem aparecer o ano todo, sobretudo, sob temperaturas entre 18 e 30°C.

Época de plantio do girassol

Todo o ano, mas a floração será mais rápida se as sementes forem plantadas durante a primavera e o verão. É uma atividade divertida para adultos e crianças, pois você pode plantá-las com o mínimo de tempo e preparo.


Requerimento de luz do Girassol


Sol. Os girassóis são plantas extremamente fáceis de se plantar e adaptáveis a praticamente qualquer ipo de clima contanto que recebam pelo menos 6 horas diárias de luz solar direta.
Clima

Clima para cultivo do Girassol

A temperatura mínima durante o ciclo de cultivo não deve ser inferior a 5°C, sendo melhor que não fique abaixo de 10°C. O Girassol também cresce bem com temperaturas elevadas, podendo tolerar até mesmo temperaturas próximas a 40°C. No entanto, ventos fortes e tempestades podem causar danos as plantas, diminuindo a produtividade.


Tratos culturais

Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes no início do plantio.

Dependendo da região e do tamanho da plantação, pode ser necessário colocar alguma proteção contra as aves, pois estas podem se alimentar das sementes e diminuir ou mesmo arruinar a colheita.

Do mesmo modo que para muitas outras culturas agrícolas, não é aconselhado plantar o girassol consecutivamente no mesmo local, devido a maior probabilidade de surgirem problemas com doenças quando o plantio é feito seguidamente na mesma área.


Como plantar sementes de Girassol

Na região sul ou locais com geada não é recomendável o plantio no inverno. No restante do país podem ser plantadas em qualquer época do ano, porém a floração é muito mais rápida na primavera e verão.

Os girassóis não requerem nenhum cuidado especial no plantio e as sementes podem ser enterradas diretamente no local definitivo. Enterre apenas uma semente por cova respeitando o espaço de pelo menos 30 cm entre elas. Mantenha o solo úmido até o aparecimento das primeiras folhas e depois disso molhe apenas quando o solo estiver seco ao toque.


Proteja as plantas das pragas

Pássaros, esquilos e caracóis adoram sementes de girassol e podem cavá-las mesmo antes dos brotos emergirem. Cubra o chão com uma rede, para dificultar isso sem bloquear os brotos. Coloque iscas ou repelentes para caracóis em um círculo, para formar uma barreira em torno da área plantada. 

Caso houver cervos na sua região, cerque as plantas com tela de galinheiro assim que começarem a surgir as folhas, ou proteja o jardim com uma cerca com pelo menos dois metros de altura.

Armazenamento de sementes

Outra forma de aproveitar o girassol é preservar suas sementes, que podem ser utilizadas em pratos culinários, como saladas e torradas, e para a alimentação de pássaros. 


A conservação é simples. É preciso deixar as flores secarem até que sua parte de trás fique amarelada e as sementes comecem a escurecer. 

Depois, corte as cabeças e pendure-as viradas para baixo num local seco e quente. As sementes começarão a cair. Desse modo, coloque embaixo dos girassóis um balde ou um saco para colhê-las. 

Após algumas semanas, pegue as sementes e deixe-as secando por um ou dois dias. Finalmente, guarde-as em um recipiente bem fechado e num local fresco e escuro.


Flores cortadas

Para quem prefere cortar os girassóis e usá-los na decoração, existem técnicas simples que os conservam por mais tempo. 


Depois de colher as flores, misture num recipiente um pouco de conservante floral e água morna. 

Após isso, corte os pedúnculos na altura que desejar e tire todas as folhas. Em seguida, organize os girassóis na água, que deve ser trocada quando estiver turva.


Irrigação do Girassol

Irrigue com a frequência necessária para que o solo seja mantido úmido, mas sem que permaneça encharcado. Contudo, plantas bem desenvolvidas podem suportar breves períodos de seca.

Adubação do Girassol

Fertilize com moderação ou nem sequer faça isso. Se estiver cultivando girassóis por diversão, a fertilização não é recomendada, pois eles crescem bem sem isso e podem sofrer se forem fertilizados em excesso. 

Se estiver tentando cultivar girassóis bem altos, ou estiver cultivando-os para colheita, dilua o fertilizante em água e despeje-o em um “fosso” em torno da planta, bem afastado da base.

Fertilizantes balanceados ou ricos em nitrogênio são provavelmente as melhores opções.

Outra opção é uma aplicação única de um fertilizante de liberação lenta misturado no solo.

Pode do Girassol (opcional). 

Assim que os girassóis tiverem cerca de 7,5 cm de altura, tire os menores e mais fracos, até o restante ficar pelo menos 30 cm afastado. Isso dará aos girassóis maiores e mais saudáveis mais espaço e nutrientes, resultando em caules mais altos e flores maiores.




FONTES: http://pt.wikihow.com/ - http://blog.giulianaflores.com.br/ - http://hortas.info/ - WWW.EMPORIODASSEMENTES.COM.BR


COMO CULTIVAR: Coléus

Coléus é uma planta tropical com folhas belamente desenhadas com as bordas dentadas ou adornadas. As folhas podem ter cores múltiplas, incluindo laranja, vermelho, marrom, roxo, verde, lime, amarelo, bege, salmão, etc. 
O coléus pode crescer tanto em ambiente interno como externo e fica lindo em canteiros, vasos ou cestas flutuantes.


Muitas pessoas cultivam o coléus como uma planta anual, todas as primaveras, mas essa planta é na verdade uma perene sensível. Com o tempo, o coléus pode tornar-se longilíneo e suas cores podem desbotar. Porém, com os cuidados adequados, essa plantinha pode durar várias estações.

Essa planta pode viver ao ar livre em áreas mais quentes, mas não sobreviverão se estiver muito frio. Se ela ficar em ambiente externo em algum recipiente, verifique a terra regularmente para que ela não resseque. Você pode ainda molhar suas folhas suavemente com um spray, para estimular um ambiente mais tropical.



Época de Plantio

Primavera e início do verão.

Requerimento de luz

Plante o coléus em uma área com sombra parcial ou luz solar indireta, após o período de frio. Caso o coléus esteja sendo cultivado em ambinete interno em um recipiente, ele ficará melhor com luz clara e indireta e pode ser plantado em qualquer época. Se ele ficar no sol muito forte, as cores de suas folhas desbotarão.



Como plantar Coléus

Essas plantas podem ser cultivadas facilmente a partir de cortes ou sementes. Se você já tem coléus, tire cortes com tesouras afiadas, deixe os cortes na água e eles devem enraizar dentro de alguns dias. Faça buraco de 2 a 4 dedos na terra, coloque um único corte e preencha o buraco. Pressione gentilmente o topo da terra para assentar a planta.

Se você for cultivá-los a partir de sementes, semeie-as na terra e pressione gentilmente. Mantenha a terra úmida e plante as mudinhas quando elas estiverem em torno de 10 dedos de altura. Molhe as novas plantinhas minuciosamente e coloque adubo por cima da terra para que a umidade possa ser mantida.



Poda

Para promover um crescimento cheio e com aspecto mais volumoso, retire os espinhos de suas flores azuis. Também dê algumas alfinetadas nos caules centrais para encorajar o crescimento de mais folhas e galhos. A planta pode também ser podada caso algum galho esteja danificado pelo sol ou pelo frio, e ele crescerá novamente mais cheio.



Manutenção do coléus

Cultive seu coléus em um ambiente quente, úmido e bem nutrido e ele recompensará com muita beleza em seu jardim ou lar.

Por se tratar de uma planta tropical, ela precisa de água regularmente para mantê-la feliz e saudável. Mantenha a terra molhada, mas não encharcada. Se a terra secar muito ou pegar sol demais, apenas regue e ela deve voltar ao normal. 

Adubação

Fertilize o coléus mensalmente com algum fertilizante com alto nível de nitrogênio



fonte: http://www.emporiodassementes.com.br/ - http://www.fazfacil.com.br/ - http://www.plantaornamental.com/ - http://www.ehow.com.br/ - http://diariodeumasementeira.blogspot.com.br/ - http://www.riototal.com.br/

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